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5cm/s é a velocidade com que as flores de cerejeira caem

sábado, fevereiro 16 6 comentários
Dia desses liguei o notebook, abri o youtube e puxei minha amiga pra um canto; íamos assistir 5 Centimeters per Second, um anime curtinho que eu adiava há séculos, apesar da imensa vontade de vê-lo. Pra quem não é muito versado nos famosos desenhos japoneses, essa produção é do mesmo autor de Kimi No Na Wa, conhecidíssimo por seus finais inconclusivos, histórias tocantes e animações lindíssimas que nos fazem chorar até desidratar (inclusive, pare por um segundo de ler isso aqui e vá pegar um copo d'água).

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No começo o anime não passava do esperado: falava sobre Takano e Akari, dois amigos de infância que foram separados quando Akari precisou de mudar para outra cidade, muito longe de Tokyo. Os primeiros minutos são basicamente as cartas que ela manda para Takano, e então ele organizando uma viajem mirabolante para ir vê-la. Na verdade os dois estavam apaixonados.

A viagem dá certo, eles se encontram, se beijam, conversam, matam a saudade e voltam para suas respectivas cidades.

E é aí que a história sai da zona de conformidade. Eu esperava que eles continuassem apaixonados, vários acontecimentos os separassem e então, numa reviravolta mirabolante, o casal se reencontrasse e tivesse seu tão merecido final feliz!

Mas não foi o que aconteceu. Não em 5 Centimeters Per Second.

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Akari não volta a aparecer por um bom tempo, e em seu lugar somos apresentados a Sumida, uma colega de Takano em sua nova escola, que está perdidamente apaixonada por ele. No entanto, Sumida sabe que o coração do garoto está preenchido por outra pessoa, e ela não está errada. Takano ainda ama Akari, e todos os seus pensamentos são dirigidos somente a ela. 

Eles se formam e há uma passagem de tempo.

Somos apresentados a um Takano adulto, que ainda sofre pelo amor de infância. Bem sucedido e cultivando sua amizade com Sumida, ele ainda assim se sente deprimido e sufocado pela falta de Akari.

"O tempo passa e minha ansiedade aumenta."

"Meu coração está preenchido, e não há nada além de dor nele."

"Para onde foram todos os meus sonhos?"

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É suposto que nesse momento as coisas fossem melhorar, nossa heroína surgisse do nada e fizesse tudo acabar bem. Mas é Sumida que dá suporte ao protagonista, e ela escolhe essa hora, depois de anos, para se declarar. E Takano diz não. Não porque mesmo depois de anos e anos, seu coração ainda pertence a um fantasma do passado.

É aí que Akari finalmente aparece, e também foi nesse momento que deixei escapar gritinhos de menina que ainda acredita em finais felizes. Para minha profunda decepção, Akari está prestes a se casar com outro homem. Ela não esqueceu Takano, mas agora pensa nele com a saudosa lembrança que se dirige a um amigo muito querido, e está apaixonada.

Os dois se cruzam nas ruas movimentadas da cidade, olham para trás, mas Akari continua seu caminho. E Takano decide que também deve seguir o dele.


Esse anime tocou meu coração de uma forma muito especial, e sinto que não poderia tê-lo assistido em melhor momento.

A gente sempre espera um final feliz, um príncipe ou princesa num cavalo branco, e tendemos a achar que o sofrimento dos personagens sempre merece uma recompensa. "Poxa, ele esperou por ela todos esses anos. Ele merecia ser feliz." ou "A Sumida sempre esteve lá por ele, por que ele não deu uma chance a outro amor?".

Mas as coisas não são assim. É sabido que as pessoas não ficam para sempre, e nem têm a obrigação de ficar

Takano não pôde escolher entre amar ou não Akari, assim como Sumida não pôde controlar seus sentimentos quanto a ele. E Akari... bem, às vezes abrir mão de um amor e seguir em frente é simplesmente necessário, por mais doloroso que possa ser.

Todos vão sobreviver, e depois de algumas décadas os corações partidos se tornarão apenas histórias para contar na mesa do bar ou no jantar de família.

No fim do dia todos aguentamos mais do que achamos conseguir. 5 Centimeters Per Second está aí para mostrar que nem todas as histórias têm um final perfeito, e que antes do tão estimado final feliz, existem as paixões que não dão certo, os corações partidos e as lições que aprendemos dando cabeçada na parede.

[together] Uma postagem com muitos prints onde tento mostrar meu celular

quarta-feira, fevereiro 13 5 comentários
Depois de um tempo razoável sem participar das blogagens do Together, decidi tomar vergonha na cara e voltar a me integrar nesse projeto maravilhoso! Inclusive, caso você não conheça, basta clicar no link anterior e dar uma olhada no blog. Mais do que nunca precisamos nos unir para movimentar essa blogosfera.

A proposta desse mês é que mostremos nossos celulares, principalmente através de imagens. Eu dei meu melhor nisso, mas a verdade é que não tem nada de muito interessante pra compartilhar, embora eu me orgulhe bastante das lockscreens que garimpo no tumblr, haha.


 Bom, meu celular é um Moto G4 Play.
 Ele não é muito grande, e cabe direitinho na minha mão.
 Ele veio com duas capas traseiras: a preta, que eu geralmente uso, e a roxa que vocês podem ver na miniatura ao lado ou no link mais abaixo.
 Comprei ele em 2016, quando tinham acabado de lançar os Moto G4, e na época paguei mais de mil reais (hoje em dia está em torno de setecentos/oitocentos, dá até um aperto no coração).
 Por ser um celular já um tanto quanto desatualizado, era de se esperar que ele estivesse começando a me deixar na mão, mas contra todas as expectativas, o danado continua funcionando perfeitamente!


Essa é a capinha roxa que eu raramente uso, e ao lado dela a capa transparente que eu só tiro dele pra carregar, pois sou uma pessoa muuuito desastrada; pra ser sincera acho que ele não teria sobrevivido tanto tempo e a tantos tombos se não fosse pelas capinhas de borracha. Eu costumo comprar umas mais coloridas, mas quando adquiri essa, comprei também um daqueles pegadores de celular, que acabou caindo com o tempo.



Na primeira imagem vocês podem ver a tela de bloqueio do meu celular que, surpreendendo um total de 0 pessoas, é de Banana Fish! Eu amo tanto, mas tanto esse anime, e é tão reconfortante encarar esse aesthetic sempre que ligo a tela...

As outras duas são as configurações (relevem as conversas, ia desfigurar a postagem caso eu cortasse o print), que ficam assim durante o dia: wi-fi ligado, no silencioso, rotação desativada e localização e economia de dados ligados. Quando eu durmo, sempre desligo o wi-fi e tiro do silencioso, pra evitar perder qualquer chamada.


Essas são minhas telas iniciais, e sim, eu sou bem chata quanto a organização delas. Esses espaços são reservados unicamente para os aplicativos que uso no meu dia-a-dia, como minhas redes sociais favoritas (whatsapp e twitter, mas estou dando um tempo da segunda), aplicativos de edição, players de música, bloco de notas (!!!), YouTube, previsão do tempo, navegador e etc. Tudo que está aí, é porque eu uso com uma boa frequência.

        

Esse é meu menu completo, que no caso tem basicamente o que já foi mostrado no menu inicial. Os aplicativos que ficam apenas aí são os que eu uso ocasionalmente, como o Google Drive, o Wattpad e os aplicativos de edição de texto. Também deixo aí todas as coisas que já vieram com o celular, mas elas acabaram não cabendo nos prints.

A última imagem é meu wallpaper do whatsapp. Queria mostrar porque, como já disse, eu realmente gosto dos meus wallpapers. Geralmente deixo todos seguindo um padrão de cor, e dessa vez são tons de amarelo.

 

Essas são as últimas músicas que adicionei aos favoritos do Spotify. O que ouvimos diz bastante sobre nós, e são essas vozes que me acompanham nas quase duas horas de ônibus que pego todos os dias. Eu costumava usar a versão premium, mas não tive verba pra renovar esse mês (não tá fácil pra ninguém, amigxs).

E acho que é isso! Eu não consigo manter joguinhos por muito tempo, e não tenho jogado nenhum nos últimos dias. E depois que redigi a postagem, lembrei que poderia ter tirado print do histórico do youtube, então vou só descrever ele nessa linha: homework & study music, Claus e Vanessa no Garota Verão 2014 (em minha defesa, um amigo mandou o link e eu abri), David Bowie - Lady Grinning Soul, David Bowie - Rock'n with me e vários vídeos de bullet journal e organização de caderno escolar.
 
Desenvolvido por Michelly Melo.